terça-feira, 26 de janeiro de 2010
PAULO FREIRE: A LEITURA DO MUNDO
"Ivo viu a uva", ensinavam os manuais de alfabetização. Mas o professor Paulo Freire, com o seu método de alfabetizar conscientizando, fez adultos e crianças, no Brasil e na Guiné-Bissau, na Índia e na Nicarágua, descobrirem que Ivo não viu apenas com os olhos. Viu também com a mente e se perguntou se uva é natureza ou cultura. Ivo viu que a fruta não resulta do trabalho humano. É Criação, é natureza. Paulo Freire ensinou a Ivo que semear uva é ação humana na e sobre a natureza. É a mão, multi-ferramenta, despertando as potencialidades do fruto. Assim como o próprio ser humano foi semeando pela natureza em anos e anos de evolução do Cosmo. Colher a uva, esmagá-la e transformá-la em vinho é cultura, assinalou Paulo Freire. O trabalho humaniza a natureza e, ao realizá-lo, o homem e a mulher se humanizam. Trabalho que instaura o nó de relações, a vida social. Graças ao professor, que iniciou sua pedagogia revolucionária com trabalhadores do Sesi de Pernambuco, Ivo viu também que a uva é colhida por bóias frias, que ganham pouco, e comercializada por atravessadores, que ganham melhor. Ivo aprendeu com Paulo que, mesmo sem ainda saber ler, ele não é uma pessoa ignorante. Antes de aprender as letras, Ivo sabia erguer uma casa, tijolo a tijolo. O médico, o advogado ou o dentista, com todo o seu estudo, não era capaz de construir como Ivo. Paulo Freire ensinou a Ivo que não existe ninguém mais culto que o outro, existem culturas paralelas, distintas, que se complementam na vida social. Ivo viu a uva e Paulo Freire mostrou-lhe os cachos, a parreira, a plantação inteira. Ensinou a Ivo que a leitura de um texto é tanto melhor compreendida quanto mais se insere o texto no contexto do autor e do leitor. É dessa relação dialógica entre texto e contexto que Ivo extrai o pretexto para agir. No início e no fim do aprendizado é a práxis do Ivo que importa. Práxis-teoria-práxis, num processo indutivo que torna o educando sujeito histórico. Ivo viu a uva e não viu a ave que, de cima, enxerga a parreira e não vê a uva. O que Ivo vê é diferente do que vê a ave. Assim, Paulo Freire ensinou a Ivo um princípio fundamental da epistemologia: a cabeça pensa onde os pés pisam. O mundo desigual pode ser lido da ótica do opressor ou pela ótica do oprimido. Resulta uma leitura tão diferente uma da outra como entre a visão de Ptolomeu, ao observar o sistema solar com os pés na Terra, e a de Copérnico, ao imaginar-se com os pés no Sol. Agora Ivo vê a uva, a parreira e todas as relações sociais que fazem do fruto festa no cálice de vinho, mas já não vê Paulo Freire, que mergulhou no Amor na manhã de 2 de maio. Deixa-nos uma obra inestimável e um testemunho admirável de competência e coerência. Paulo deveria estar em Cuba, onde receberia o título de Doutor Honoris Causa, da Universidade de Havana. Ao sentir dolorido seu coração que tanto amou, pediu que eu fosse representá-lo. De passagem marcada para Israel, não me foi possível atendê-lo. Contudo, antes de embarcar fui rezar com Nita, sua mulher, e os filhos em torno de seu semblante tranqüilo: Paulo via Deus.
FREI BETTO é escritor, autor em parceria com Paulo Freire e Ricardo Kotsho, de Essa escola chamada vida (Ática).Texto extraido da "Folha de São Paulo"- 30 dias após a morte de Paulo Freire.
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Ensinagem
A canção afrícana

Lá na úmida senzala,
Sentado na estreita sala,
Junto ao braseiro, no chão,
Entoa o escravo o seu canto,
E ao cantar correm-lhe em pranto
Saudades do seu torrão ...
De um lado, uma negra escrava
Os olhos no filho crava,
Que tem no colo a embalar...
E à meia voz lá responde
Ao canto, e o filhinho esconde,
Talvez pra não o escutar!
"minha terra é bem longe,
Das bandas de onde o sol vem;
Esta terra é mais bonita,
Mas à outra eu quero bem!
"O sol faz lá tudo em fogo,
Faz em brasa toda a areia;
Ninguém sabe como é belo
ver de tarde a papa-ceia!
"Aquelas terras são grandes,
Tão compridas como o mar,
Com suas poucas palmeiras
Dão vontade de pensar...
"Lá todos vivem felizes,
todos dançam no terreiro;
A gente lá não se vende
Como aqui, só por dinheiro"
O escravo calou a fala,
Porque na úmida sala
O fogo estava a apagar;
E a escrava acabou seu canto,
Pra não acordar com o pranto
O seu filhinho a sonhar!
O escravo então foi deitar-se,
Pois tinha de levantar-se
Bem antes do sol nascer,
E se tardasse, coitado,
Teria de ser surrado,
Pois bastava escravo ser.
E a cativa desgraçada
Deita seu filho, calada,
E põe-se triste a beijá-lo,
Talvez temendo que o dono
Não viesse, em meio do sono,
De seus braços arrancá-lo!
Antonio Frederico de Castro Alves nasceu na Bahia, na cidade de Curralinho, em 1847 e morreu em Salvador, em 1871, no mesmo estado. Ficou conhecido como poeta dos escravos, por conta das obras que fez em favor da liberdade dos negros no Brasil.Essas rimas foram retiradas da sua obra Os Escravos, publicada 12 anos após a sua morte.
revista ciência Hoje /nov de 2009
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Para sala de aula
domingo, 24 de janeiro de 2010
A Lista
Faça uma lista de grandes amigos
Quem você mais via há dez anos atrás
Quantos você ainda vê todo dia
Quantos você já não encontra mais...
Faça uma lista dos sonhos que tinha
Quantos você desistiu de sonhar!
Quantos amores jurados pra sempre
Quantos você conseguiu preservar...
Onde você ainda se reconhece
Na foto passada ou no espelho de agora?
Hoje é do jeito que achou que seria
Quantos amigos você jogou fora?
Quantos mistérios que você sondava
Quantos você conseguiu entender?
Quantos segredos que você guardava
Hoje são bobos ninguém quer saber?
Quantas mentiras você condenava?
Quantas você teve que cometer?
Quantos defeitos sanados com o tempo
Eram o melhor que havia em você?
Quantas canções que você não cantava
Hoje assobia pra sobreviver?
Quantas pessoas que você amava
Hoje acredita que amam você?
Quem você mais via há dez anos atrás
Quantos você ainda vê todo dia
Quantos você já não encontra mais...
Faça uma lista dos sonhos que tinha
Quantos você desistiu de sonhar!
Quantos amores jurados pra sempre
Quantos você conseguiu preservar...
Onde você ainda se reconhece
Na foto passada ou no espelho de agora?
Hoje é do jeito que achou que seria
Quantos amigos você jogou fora?
Quantos mistérios que você sondava
Quantos você conseguiu entender?
Quantos segredos que você guardava
Hoje são bobos ninguém quer saber?
Quantas mentiras você condenava?
Quantas você teve que cometer?
Quantos defeitos sanados com o tempo
Eram o melhor que havia em você?
Quantas canções que você não cantava
Hoje assobia pra sobreviver?
Quantas pessoas que você amava
Hoje acredita que amam você?
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Sonho Impossível
Sonhar
Mais um sonho impossível
Lutar
Quando é fácil ceder
Vencer
O inimigo invencível
Negar
Quando a regra é vender
Sofrer
A tortura implacável
Romper
A incabível prisão
Voar
Num limite improvável
Tocar
O inacessível chão
É minha lei, é minha questão
Virar esse mundo
Cravar esse chão
Não me importa saber
Se é terrível demais
Quantas guerras terei que vencer
Por um pouco de paz
E amanhã, se esse chão que eu beijei
For meu leito e perdão
Vou saber que valeu delirar
E morrer de paixão
E assim, seja lá como for
Vai ter fim a infinita aflição
E o mundo vai ver uma flor
Brotar do impossível chão
Essa música, de repente veio me falar das dificuldades, das ansiedades e angústias de quando se tenta alfabetizer um aluno, que não vai se percebendo avanços, parece que por mais que se faça, o aluno não avança, vira quase uma luta mesmo, um sonho, um desafio alfabetiza-lo,foi os encontros com essas realidades que me moveu fazer a psicopedagogia,para ter mais uma ferramente pra ajudar esses alunos a avançar,a música diz vencer quando e fácil vender ,ou seja passar para próxima tia,Romper a incabível prisão , ajudar meu aluno a romper o sair de nível não alfabetizado, para um nível de pelos menos ler e escrever. Entregar na sua vida tão sofrida pelo menos esse pequeno tesouro,É minha lei, é minha questão virar esse mundo cravar esse chão. Tenho verdadeira paixão por ensinar.
Mais um sonho impossível
Lutar
Quando é fácil ceder
Vencer
O inimigo invencível
Negar
Quando a regra é vender
Sofrer
A tortura implacável
Romper
A incabível prisão
Voar
Num limite improvável
Tocar
O inacessível chão
É minha lei, é minha questão
Virar esse mundo
Cravar esse chão
Não me importa saber
Se é terrível demais
Quantas guerras terei que vencer
Por um pouco de paz
E amanhã, se esse chão que eu beijei
For meu leito e perdão
Vou saber que valeu delirar
E morrer de paixão
E assim, seja lá como for
Vai ter fim a infinita aflição
E o mundo vai ver uma flor
Brotar do impossível chão
Essa música, de repente veio me falar das dificuldades, das ansiedades e angústias de quando se tenta alfabetizer um aluno, que não vai se percebendo avanços, parece que por mais que se faça, o aluno não avança, vira quase uma luta mesmo, um sonho, um desafio alfabetiza-lo,foi os encontros com essas realidades que me moveu fazer a psicopedagogia,para ter mais uma ferramente pra ajudar esses alunos a avançar,a música diz vencer quando e fácil vender ,ou seja passar para próxima tia,Romper a incabível prisão , ajudar meu aluno a romper o sair de nível não alfabetizado, para um nível de pelos menos ler e escrever. Entregar na sua vida tão sofrida pelo menos esse pequeno tesouro,É minha lei, é minha questão virar esse mundo cravar esse chão. Tenho verdadeira paixão por ensinar.
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sábado, 23 de janeiro de 2010
ATENÇÃO & DESATENÇÃO

Você está prestando atenção?
Segundo William James, a atenção é “uma tomada de posse da mente, em uma forma clara e vívida, de um dos diversos objetos ou séries de pensamentos que parecem simultaneamente possíveis.
Implica o abandono de algumas coisas a fim de ocupar-se efetivamente de outras”.
O estabelecimento do foco de atenção possui um valor adaptativo na medida em que discriminamos os estímulos que são relevantes dos irrelevantes e os direcionamos seletivamente aos recursos limitados de processamento das informações de nosso encéfalo (Bear e colaboradores, 2002).
Ao ler um texto, como essa postagem, a atenção é essencial para que se compreenda o conteúdo. Nesse caso, outros estímulos que provêem do ambiente ou de outros processos mentais (como a memória evocativa) podem desviar a nossa atenção e conseqüentemente atrapalhar a compreensão do texto.
Disso voltamos à pergunta inicial: Você está prestando atenção? Se sua resposta for positiva, será que você consegue lembrar razoavelmente bem a definição de James ou o complemento de Bear sobre a atenção? Se sua resposta for negativa, o que terá desviado a sua atenção do texto? Essas perguntas são importantes para compreendermos como as pessoas relacionam-se com um ambiente repleto de estímulos em que cada estímulo parece importante.
As pessoas que não estavam prestando atenção à leitura provavelmente focaram-na em outro estímulo e relegaram à leitura uma importância secundária. Essa desatenção ocorre quando processamos estímulos variados ao mesmo tempo e acabamos focando nossa atenção em apenas um, ou no máximo dividimos a atenção entre dois estímulos.
Muitas vezes a desatenção é atribuída erroneamente ao déficit de atenção/hiperatividade (TDA/H). Este déficit pode ser somente de atenção (TDA), somente hiperatividade e as duas características ao mesmo tempo (TDAH).
Esse transtorno é mais comumente verificado em crianças (em sua maioria meninos, na proporção de 10 para 1 contra as meninas) representando de 3 a 5 % da população infantil. Porém, recentemente tem se avaliado a existência dele também em adolescentes e adultos. Muitas crianças acometidas pelo transtorno têm pais como o mesmo problema, pois se trata de uma condição genética em 80% dos casos.
As características do TDA/H incluem um padrão de funcionamento cerebral deficitário em alguns locais como o lobo parietal (relaciona-se ao processamento da sensibilidade cinestésica-movimento), o córtex pré-frontal (responsável pela concentração e atenção seletiva) e o córtex cingulado anterior (está ligado ao armazenamento da memória de longo prazo). Em crianças afetadas é comum o relato de que: se movimentam constantemente, falam demais, possuem dificuldades de brincar ou permanecer em silêncio quando lhes são exigidos tais comportamentos, têm pouca coordenação motora e dificuldades em permanecer em uma única tarefa por tempo prolongado. Isso pode gerar grandes déficits de aprendizagem e dificuldades de comunicação.
Na maioria dos casos, o transtorno persiste na adolescência e vida adulta (60% a 70% deles). Porém, geralmente perdem-se as características da hiperatividade, ficando potencializada a falta de atenção e concentração na realização das tarefas diárias.
O tratamento medicamentoso mais comum se dá com o remédio Ritalina (Metilfenidato). Esse medicamento é uma anfetamina psicoestimulante que age inibindo a recaptação de dopamina e noradrenalina (neurotransmissores que atuam no encéfalo). Desta forma, o remédio faz com que esses receptores potencializem as sinapses neuronais (principalmente a nível de córtex pré-frontal) aumentando a capacidade de concentração e coordenação motora (fatores pelos quais a Ritalina foi e ainda é utilizada para atletas, competidores e pessoas outras que não possuem o transtorno).
O tratamento medicamentoso deve ser reforçado com a psicoterapia e o acompanhamento familiar. O diagnóstico para o TDAH tem que ser diferencial, baseado não apenas nas características da desatenção ou no excesso de “euforia” do paciente. É preciso um estudo cuidadoso do histórico familiar, da constituição da família e da criação dada ao paciente.
Postado por: Guilherme da Costa Alves e Júlia Rodrigues Lobo
Fonte: PsiqWeb- Portal de Psiquiatria : http://virtualpsy.locaweb.com.br/?art=318&sec=35
Lima, Ricardo F. de (2005). Compreendendo os mecanismos atencionais. Ciências & Cognição; Ano 02, Vol.06, nov/2005. Disponível em http://www.cienciasecognicao.org/
ANDRADE, Ênio Roberto de e SCHEUER, Claudia. Análise da eficácia do metilfenidato usando a versão abreviada do questionário de conners em transtorno de déficit de atenção/hiperatividade.
Arq. Neuro-Psiquiatr. [online]. 2004, vol. 62, no. 1 [citado 2008-05-27], pp. 81-85.
ROTHENBERG, Aribert e BANASCHEWKI, Tobias. Mentes Inquietas. Revista Viver Mente & Cérebro. 2008, nº 144. Editora Duetto. São Paulo –SP.
Postado EDUCAÇÃO FÍSICA ADAPTADA
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Artigos
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Professores dicas para melhorar ainda mais o seu trabalho

Para que o Brasil tenha uma Educação de qualidade é preciso que todas as crianças saibam ler e escrever até 8 anos de idade. Educador saiba o que você pode fazer para ajudar.
RECOMENDAÇÕES:
O que é uma Educação de qualidade?
Para explicar o que é uma Educação de qualidade, o Todos Pela Educação estabeleceu 5 Metas, que o Brasil deve alcançar até2022:
Todas as crianças e jovens de 4 a 17 anos na escola, sendo alfabetizadas até os 8 anos, aprendendo o que é adequado para cada série e concluindo o Ensino Médio até os 19 anos, sendo necessário, para isso, que o investimento em Educação seja ampliado e bem gerido.
A importância da alfabetização
Garantir uma Educação de qualidade para todos começa logo nos primeiros anos da Educação Básica, com a alfabetização de todos os alunos até os 8 anos.
A alfabetização é a base para o desenvolvimento escolar do aluno, tendo impacto direto no aprendizado das demais disciplinas. Uma criança que não sabe ler e escrever corretamente, dificilmente conseguirá aprender o conteúdo esperado em história, geografia ou até mesmo em matemática.
Por isso, o Todos Pela Educação tem a alfabetização como foco de suas ações em 2009 e 2010.
Para que o Brasil tenha uma Educação de qualidade é preciso que todas as crianças saibam ler e escrever até 8 anos de idade. Educador saiba o que você pode fazer para ajudar.
Dicas para melhorar ainda mais o seu trabalho:
Você, Educador, é o principal profissional brasileiro, pois é quem está com o aluno diariamente e tem nas mãos as ferramentas para ensiná-lo.
- Exija a criação de avaliações de alfabetização
Embora a alfabetização seja fundamental para garantir uma Educação de qualidade para todos, atualmente sabe-se muito pouco sobre a situação da alfabetização das crianças de nosso país. Não há avaliações nacionais que mostrem como está a alfabetização das crianças até os 8 anos, as avaliações nacionais existentes começam na 4ª série do Ensino Fundamental, quando as crianças têm, em média, 10 anos.
Exija do governo a criação de indicadores voltados especificamente para a alfabetização.
- Busque sempre aprimorar seus conhecimentos
Procure sempre dar seqüência à sua formação acadêmica, por meio de cursos de graduação ou pós-graduação e de programas de capacitação. Há sempre algo novo e interessante para ser aprendido, e que poderá te ajudar a influir positivamente na Educação das pessoas ao seu redor.
Proponha que sua escola seja um espaço de aprendizado.
Para ser um bom educador, é preciso estudar sempre e ter em vista aonde você quer chegar com seus alunos.
- Encare a diversidade de maneira positiva
Tire proveito da heterogeneidade de saberes, conhecimentos e experiências dos alunos e da comunidade escolar. Promova a interação entre eles.
- Lembre-se: escola boa é onde o aluno aprende
A melhor forma de avaliar a qualidade do ensino é por meio da aprendizagem dos alunos. Se a escola existe para ensinar, a escola boa é aquela em que os alunos estão aprendendo.
Valorize e utilize avaliações sobre a qualidade do ensino como um instrumento para melhorar a escola e promover a transparência e a participação de todos os envolvidos no processo de ensino-aprendizagem.
- Professor: Planeje suas aulas
Elabore planos de curso e planos de aula de acordo com a proposta pedagógica elaborada pela escola e com o programa de ensino da Secretaria de Educação. Participe da elaboração dessas propostas e assegure seu cumprimento, sem perder de vista que, para ter sucesso na sala de aula, os objetivos, os conteúdos e os métodos de ensino devem ser adequados e ajustados às suas necessidades e às características dos alunos. Aulas de qualidade se refletem na aprendizagem dos alunos.
- Professor: Procure não faltar
Lembre-se de que o aluno precisa de você. Se alguma necessidade urgente lhe impedir de estar em sala de aula, é necessário que você seja substituído por pessoa de igual competência e que conheça o andamento dos planos de aula.
- Professor: Ensine a estudar
Ensine os procedimentos de estudo, como selecionar informações, tomar notas, fazer resumos e sínteses, etc.
- Professor: Incentive o hábito da leitura Dê atenção especial à leitura, à compreensão de textos e à escrita. Essas habilidades são básicas e essenciais para toda a vida do aluno.
O hábito da leitura abre aos alunos uma perspectiva prazerosa de aprendizagem. Estimule esse hábito oferecendo aos alunos contato com diferentes tipos de textos, tais como matérias de jornais, embalagens, receitas, cartas, anúncios, textos expositivos e literários, instruções de jogos, regras da escola, etc.
Conheça de antemão os textos que você apresentará à classe, gere expectativas nos alunos sobre os textos, faça comentários, perguntas e promova a reflexão, interpretação e o diálogo entre os estudantes.
- Professor: Reforce a auto-estima dos alunos
É preciso que educadores difundam ao máximo os gestos, as atitudes, as palavras que reforçam a auto-estima das crianças e favorecem o seu sucesso na sala de aula e na vida. Esse tipo de atitude pode ser decisivo na vida de uma criança ou um jovem.
Valorize o esforço e os trabalhos elaborados pelos alunos. Comente-os e exponha-os em murais e varais fora e dentro da sala de aula. Prontifique-se a ajudar sempre que chamado.
- Professor: Não desista de nenhum aluno
Todos precisam, têm direito e capacidade de aprender. Nem todos os alunos aprendem do mesmo jeito e no mesmo ritmo, embora todos sejam capazes de aprender. O desempenho escolar de um aluno é responsabilidade do professor, que deve ser compartilhada pela família e pela escola.
FONTE: www.todospelaeducacao.com.br
blog Lucia DE OLHO NA EDUCAÇÃO
METAS QUE O BRASIL PRECISA ALCONÇAR ATÉ 2022
Meta 1 – Toda criança e jovem de 4 a 17 anos na escola
Meta 2 – Toda criança plenamente alfabetizada até os 8 anos
Meta 3 – Todo aluno com aprendizado adequado a sua série
Meta 4 – Todo jovem com o Ensino Médio concluído até os 19 anos
Meta 5 – Investimento em Educação ampliado e bem gerido
Saiba mais
FONTE: http://www.todospelaeducacao.com.br/
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PARA OS PAIS E RESPONSÁVEIS
Participar da Educação do seu filho, estar atento à qualidade do ensino, são boas maneiras de melhorar a Educação brasileira. Veja como você pode ajudar.
Melhorar a Educação brasileira é tarefa de todos nós. Cada um em sua área de atuação, todos os cidadãos podem ajudar a garantir Educação de qualidade para todas as crianças e jovens brasileiros, começando por garantir que todas as crianças saibam ler e escrever até os 8 anos.
Veja abaixo 18 dicas de como você pode fazer a sua parte:
1 - Entenda a situação da Educação
O primeiro passo para melhorar a Educação é entender como está a situação atual. Neste site, você encontra as principais informações sobre a Educação em cada um dos estados, municípios e escolas do Brasil. clique em http://www.todospelaeducacao/
2 - Dê o exemplo .com.br
A Educação começa assim que a criança nasce. Os exemplos que ela recebe em casa, na rua, na comunidade ajudam a criar o interesse pelo saber e fazem com que ela valorize o aprendizado.
Seja coerente, suas atitudes refletem as suas convicções. Como estudar é importante, comece você mesmo: estude. Seja curioso, pergunte, questione, procure entender, informe-se. Este é o melhor exemplo que você pode dar para o seu filho.
3 - Conheça e cumpra a lei
A Educação não é apenas um direito garantido por lei a todas as crianças e jovens brasileiros; é, também, um dever.
No início do ano letivo, ao realizar seu dever de efetivar a matrícula da criança, os pais devem também procurar ter conhecimento do calendário escolar. As escolas precisam garantir pelo menos 200 dias letivos, com um mínimo de quatro horas de aula por dia, descontados os recessos e férias escolares. Isso é lei.
4 - Mantenha canais de diálogo com seu filhoAo conversar com seu filho, você poderá compreender melhor suas experiências escolares, verificar o que vem sendo aprendido, conhecer melhor o funcionamento e a qualidade do ensino oferecido pela escola e ressaltar a importância de uma boa formação para sua futura realização profissional e pessoal.
É importante que seu filho perceba seu interesse, envolvimento e comprometimento com a Educação dele. Não restrinja o diálogo a problemas com as notas, estimule-o sempre a querer aprender mais, procure saber como está seu convívio social e, principalmente, mostre interesse pelo que ele está aprendendo. Perceba se ele está sendo bem aceito pela instituição. Pergunte diariamente o que ele pode lhe ensinar de novo.
5 - Cobre o comprometimento do seu filho
Verifique se ele está cumprindo suas obrigações escolares, tais como o dever de casa, a freqüência às aulas e a disciplina em sala de aula. Incentive e reconheça o respeito aos professores e aos colegas, e o seu bom desempenho em atividades escolares e extracurriculares.
6 - Evite faltas desnecessáriasUma vez que tenham matriculado seus filhos, é importante que os pais se organizem para que os alunos possam estar presentes diariamente nas aulas. A freqüência do aluno à escola é importante porque é a condição básica para ele aprender.
Se houver necessidade de mudança de escola durante o calendário escolar, a transferência deve ser realizada de forma planejada, com a solicitação dos documentos e do histórico escolar no tempo certo, a garantia de matrícula na escola de destino e as demais providências necessárias para não prejudicar os estudos da criança.
7 - Acompanhe o dever de casa
Uma forma eficiente de você saber em que seu filho tem dificuldade e quais são suas maiores habilidades é acompanhar diariamente a realização dos deveres de casa. Se os pais não têm condições, por falta de tempo ou mesmo de conhecimento, de ajudar a criança a fazer suas tarefas escolares, o melhor é pedir ajuda fora da família. Uma vizinha que estuda com o filho ou uma entidade que trabalha com reforço escolar podem ser uma ajuda preciosa.
Além disso, é preciso respeitar o período de estudos do seu filho. Estabeleça uma rotina, com tempo e espaço adequados para as tarefas. Acompanhe a aprendizagem, olhe os cadernos e, se for o caso, elogie o capricho. Verifique se sua casa tem livros e outros materiais de estudo e, se não tiver, ajude seu filho a procurar bibliotecas. Mostre-se disponível e ofereça ajuda sempre que necessário, ainda que seja para ouvir seu filho ler algo interessante que achou nos livros.
8 - Incentive o hábito da leitura
O gosto pelos livros e pela leitura pode ser estimulado pelos pais desde o nascimento dos filhos.
Leia e conte historinhas para as crianças. Leve-as a uma biblioteca pública ou presenteie-as com livros ou revistas de que elas gostem e que sejam adequados para sua faixa etária. Deixe que as crianças brinquem e manipulem os livros. Leia para elas e com elas, ou peça para que elas desenhem, leiam e interpretem para você alguma notícia ou texto interessante.
9 - Fique atento ao desempenho do seu filho
Não basta mandar as crianças para a escola. Elas têm de aprender de fato o que está sendo ensinado. Acompanhe o boletim escolar do seu filho e, se for verificado um desempenho fraco, a primeira coisa a ser feita é procurar o professor ou a professora para saber o que está acontecendo, ouvir suas recomendações e combinar um esforço comum da escola, da família e do próprio aluno. Se for o caso, você pode também procurar a ajuda de alguma entidade que trabalhe com crianças em atividades complementares à escola.
A criança com dificuldade tem direito a uma segunda chance, a uma atenção especial do professor, a uma oportunidade de participar de algum grupo de estudos da escola, para que possa superar sua dificuldade inicial e continuar aprendendo com sua turma.
Por outro lado, se seu filho é bem avaliado pelos professores e tem boas notas, valorize isso, elogie-o, estimule-o a sempre querer aprender mais e incentive a conclusão da Educação básica na idade correta.
10 - Demande Educação de qualidade para seu filho
"A escola só é boa quando o aluno aprende" - João Batista Araújo Oliveira.
É muito importante que seu filho consiga matricular-se e que compareça às aulas todo dia. Mas não é suficiente. Ele vai à escola para estudar, para aprender, para ter uma boa Educação. Cobre das escolas comprometimento com a qualidade do ensino oferecido, as qualificações dos professores, a adequação dos recursos e instalações escolares. Faça sugestões. Critique. Elogie. Participe de movimentos em prol de um ensino público de qualidade.
Neste site você encontra informações detalhadas sobre a Educação em cada estado, município e escola do Brasil. Clique aqui e veja como está a Educação na escola do seu filho.
É importante que os pais, educadores e lideranças comunitárias, analisem esses dados e informações na busca por soluções. Reuniões de Conselhos Escolares, associações de pais e mestres e assembléias abertas são mecanismos que podem ser adotados para envolver todos esse debate.
Se as soluções não puderem ser encontradas na união da escola, das famílias e das diversas organizações da comunidade, o próximo passo é envolver nessa busca o poder público – começando pelas autoridades locais e, se for o caso, passando às esferas do Estado e da União, à medida que isso se faça realmente necessário.
12 - Conheça o funcionamento da escola
A família tem o direito de conhecer o que seu filho vai aprender a cada bimestre e ao longo do ano. A escola deve garantir que este documento – a proposta pedagógica ou equivalente – seja produzido levando em conta as diretrizes, os conteúdos e competências previstos pelo Programa de Ensino da Secretaria de Educação, a partir de um planejamento conjunto dos professores, com a devida divulgação de forma clara e simples.
Procure conhecer também o Regimento Escolar. Assim, poderá ajudar a escola na aplicação dos recursos e incentivar seu filho a respeitar as normas escolares e a ter consideração e respeito por seus professores, colegas e outros membros da comunidade escolar. Exija que os professores passem dever de casa todos os dias e que eles sejam corrigidos e entenda como a escola avalia, aprova e reprova seus alunos.
13 - Participe das reuniões da escola
A sua participação em todas as reuniões programadas pela escola é fundamental. Você não deve, porém, ficar calado. Dê sua opinião e incentive outros pais a também comparecer e participar nessas ocasiões. Não tenha vergonha nem medo de apresentar o seu ponto de vista à diretoria e aos professores da escola. No diálogo aparecem boas idéias e podem ser encontradas boas soluções para os problemas do dia-a-dia escolar.
14 - Converse com os outros pais de alunos
Os pais dos alunos podem ter seus próprios encontros, sem a presença de diretores, professores, técnicos e funcionários para discutir mais livremente seus problemas e as soluções propostas. Os órgãos que associam os pais fora da escola (federações de associações de pais, por exemplo) devem fazer um esforço concentrado no sentido de prepará-los para um relacionamento mais cidadão, maduro, autônomo e crítico em relação não apenas às escolas, mas também às autoridades educacionais.
15 - Integre escola e comunidade
Os pais precisam estar dispostos a atuar para introduzir e integrar a escola na vida da comunidade e a comunidade na vida da escola. Todos só têm a ganhar com isso. A escola deve ser reconhecida como um dos centros da vida na comunidade, e essa pode colaborar com as iniciativas e projetos da escola.
Apóie a abertura da escola para a comunidade, organize e participe de atividades extra-escolares que acontecerem nas dependências da escola e incentive outros pais e amigos para participarem também.
16 - Exija uma Educação pública de qualidade
A busca por uma Educação de qualidade não é só um direito, mas também um dever de todos nós. Vivemos em um País democrático, e o peso da opinião e da vontade públicas já não pode ser ignorado pelos tomadores de decisões. É pelo nosso voto que os políticos chegam ao poder e, por isso, somos também responsáveis pelas políticas públicas voltadas para a Educação.
17 - Exija comprometimento dos gestores públicos
A Educação é um dos temas principais das políticas públicas e não pode ser instrumento de interesses partidários e eleitoreiros. Todos os cidadãos devem divulgar as boas propostas e, depois, acompanhar e cobrar o cumprimento das promessas feitas pelos políticos. Além de ajudar a Educação, o controle social é uma boa forma de exercer a cidadania e de contribuir para a democracia.
Atente também para que haja continuidade das políticas públicas que estão dando certo. A Educação, por depender de processos de longo prazo, pode ser muito prejudicada pela interrupção constante de políticas e projetos.
18 - Fiscalize os investimentos na Educação
Para que a Educação dê o salto de qualidade de que o Brasil precisa, é necessário que os recursos nela investidos sejam ampliados para, no mínimo, 5% do PIB. Reivindique essa ampliação, e cobre a aplicação eficiente e ética dos recursos destinados à Educação.
http://www.todospelaeducacao/,
Melhorar a Educação brasileira é tarefa de todos nós. Cada um em sua área de atuação, todos os cidadãos podem ajudar a garantir Educação de qualidade para todas as crianças e jovens brasileiros, começando por garantir que todas as crianças saibam ler e escrever até os 8 anos.
Veja abaixo 18 dicas de como você pode fazer a sua parte:
1 - Entenda a situação da Educação
O primeiro passo para melhorar a Educação é entender como está a situação atual. Neste site, você encontra as principais informações sobre a Educação em cada um dos estados, municípios e escolas do Brasil. clique em http://www.todospelaeducacao/
2 - Dê o exemplo .com.br
A Educação começa assim que a criança nasce. Os exemplos que ela recebe em casa, na rua, na comunidade ajudam a criar o interesse pelo saber e fazem com que ela valorize o aprendizado.
Seja coerente, suas atitudes refletem as suas convicções. Como estudar é importante, comece você mesmo: estude. Seja curioso, pergunte, questione, procure entender, informe-se. Este é o melhor exemplo que você pode dar para o seu filho.
3 - Conheça e cumpra a lei
A Educação não é apenas um direito garantido por lei a todas as crianças e jovens brasileiros; é, também, um dever.
No início do ano letivo, ao realizar seu dever de efetivar a matrícula da criança, os pais devem também procurar ter conhecimento do calendário escolar. As escolas precisam garantir pelo menos 200 dias letivos, com um mínimo de quatro horas de aula por dia, descontados os recessos e férias escolares. Isso é lei.
4 - Mantenha canais de diálogo com seu filhoAo conversar com seu filho, você poderá compreender melhor suas experiências escolares, verificar o que vem sendo aprendido, conhecer melhor o funcionamento e a qualidade do ensino oferecido pela escola e ressaltar a importância de uma boa formação para sua futura realização profissional e pessoal.
É importante que seu filho perceba seu interesse, envolvimento e comprometimento com a Educação dele. Não restrinja o diálogo a problemas com as notas, estimule-o sempre a querer aprender mais, procure saber como está seu convívio social e, principalmente, mostre interesse pelo que ele está aprendendo. Perceba se ele está sendo bem aceito pela instituição. Pergunte diariamente o que ele pode lhe ensinar de novo.
5 - Cobre o comprometimento do seu filho
Verifique se ele está cumprindo suas obrigações escolares, tais como o dever de casa, a freqüência às aulas e a disciplina em sala de aula. Incentive e reconheça o respeito aos professores e aos colegas, e o seu bom desempenho em atividades escolares e extracurriculares.
6 - Evite faltas desnecessáriasUma vez que tenham matriculado seus filhos, é importante que os pais se organizem para que os alunos possam estar presentes diariamente nas aulas. A freqüência do aluno à escola é importante porque é a condição básica para ele aprender.
Se houver necessidade de mudança de escola durante o calendário escolar, a transferência deve ser realizada de forma planejada, com a solicitação dos documentos e do histórico escolar no tempo certo, a garantia de matrícula na escola de destino e as demais providências necessárias para não prejudicar os estudos da criança.
7 - Acompanhe o dever de casa
Uma forma eficiente de você saber em que seu filho tem dificuldade e quais são suas maiores habilidades é acompanhar diariamente a realização dos deveres de casa. Se os pais não têm condições, por falta de tempo ou mesmo de conhecimento, de ajudar a criança a fazer suas tarefas escolares, o melhor é pedir ajuda fora da família. Uma vizinha que estuda com o filho ou uma entidade que trabalha com reforço escolar podem ser uma ajuda preciosa.
Além disso, é preciso respeitar o período de estudos do seu filho. Estabeleça uma rotina, com tempo e espaço adequados para as tarefas. Acompanhe a aprendizagem, olhe os cadernos e, se for o caso, elogie o capricho. Verifique se sua casa tem livros e outros materiais de estudo e, se não tiver, ajude seu filho a procurar bibliotecas. Mostre-se disponível e ofereça ajuda sempre que necessário, ainda que seja para ouvir seu filho ler algo interessante que achou nos livros.
8 - Incentive o hábito da leitura
O gosto pelos livros e pela leitura pode ser estimulado pelos pais desde o nascimento dos filhos.
Leia e conte historinhas para as crianças. Leve-as a uma biblioteca pública ou presenteie-as com livros ou revistas de que elas gostem e que sejam adequados para sua faixa etária. Deixe que as crianças brinquem e manipulem os livros. Leia para elas e com elas, ou peça para que elas desenhem, leiam e interpretem para você alguma notícia ou texto interessante.
9 - Fique atento ao desempenho do seu filho
Não basta mandar as crianças para a escola. Elas têm de aprender de fato o que está sendo ensinado. Acompanhe o boletim escolar do seu filho e, se for verificado um desempenho fraco, a primeira coisa a ser feita é procurar o professor ou a professora para saber o que está acontecendo, ouvir suas recomendações e combinar um esforço comum da escola, da família e do próprio aluno. Se for o caso, você pode também procurar a ajuda de alguma entidade que trabalhe com crianças em atividades complementares à escola.
A criança com dificuldade tem direito a uma segunda chance, a uma atenção especial do professor, a uma oportunidade de participar de algum grupo de estudos da escola, para que possa superar sua dificuldade inicial e continuar aprendendo com sua turma.
Por outro lado, se seu filho é bem avaliado pelos professores e tem boas notas, valorize isso, elogie-o, estimule-o a sempre querer aprender mais e incentive a conclusão da Educação básica na idade correta.
10 - Demande Educação de qualidade para seu filho
"A escola só é boa quando o aluno aprende" - João Batista Araújo Oliveira.
É muito importante que seu filho consiga matricular-se e que compareça às aulas todo dia. Mas não é suficiente. Ele vai à escola para estudar, para aprender, para ter uma boa Educação. Cobre das escolas comprometimento com a qualidade do ensino oferecido, as qualificações dos professores, a adequação dos recursos e instalações escolares. Faça sugestões. Critique. Elogie. Participe de movimentos em prol de um ensino público de qualidade.
Neste site você encontra informações detalhadas sobre a Educação em cada estado, município e escola do Brasil. Clique aqui e veja como está a Educação na escola do seu filho.
É importante que os pais, educadores e lideranças comunitárias, analisem esses dados e informações na busca por soluções. Reuniões de Conselhos Escolares, associações de pais e mestres e assembléias abertas são mecanismos que podem ser adotados para envolver todos esse debate.
Se as soluções não puderem ser encontradas na união da escola, das famílias e das diversas organizações da comunidade, o próximo passo é envolver nessa busca o poder público – começando pelas autoridades locais e, se for o caso, passando às esferas do Estado e da União, à medida que isso se faça realmente necessário.
12 - Conheça o funcionamento da escola
A família tem o direito de conhecer o que seu filho vai aprender a cada bimestre e ao longo do ano. A escola deve garantir que este documento – a proposta pedagógica ou equivalente – seja produzido levando em conta as diretrizes, os conteúdos e competências previstos pelo Programa de Ensino da Secretaria de Educação, a partir de um planejamento conjunto dos professores, com a devida divulgação de forma clara e simples.
Procure conhecer também o Regimento Escolar. Assim, poderá ajudar a escola na aplicação dos recursos e incentivar seu filho a respeitar as normas escolares e a ter consideração e respeito por seus professores, colegas e outros membros da comunidade escolar. Exija que os professores passem dever de casa todos os dias e que eles sejam corrigidos e entenda como a escola avalia, aprova e reprova seus alunos.
13 - Participe das reuniões da escola
A sua participação em todas as reuniões programadas pela escola é fundamental. Você não deve, porém, ficar calado. Dê sua opinião e incentive outros pais a também comparecer e participar nessas ocasiões. Não tenha vergonha nem medo de apresentar o seu ponto de vista à diretoria e aos professores da escola. No diálogo aparecem boas idéias e podem ser encontradas boas soluções para os problemas do dia-a-dia escolar.
14 - Converse com os outros pais de alunos
Os pais dos alunos podem ter seus próprios encontros, sem a presença de diretores, professores, técnicos e funcionários para discutir mais livremente seus problemas e as soluções propostas. Os órgãos que associam os pais fora da escola (federações de associações de pais, por exemplo) devem fazer um esforço concentrado no sentido de prepará-los para um relacionamento mais cidadão, maduro, autônomo e crítico em relação não apenas às escolas, mas também às autoridades educacionais.
15 - Integre escola e comunidade
Os pais precisam estar dispostos a atuar para introduzir e integrar a escola na vida da comunidade e a comunidade na vida da escola. Todos só têm a ganhar com isso. A escola deve ser reconhecida como um dos centros da vida na comunidade, e essa pode colaborar com as iniciativas e projetos da escola.
Apóie a abertura da escola para a comunidade, organize e participe de atividades extra-escolares que acontecerem nas dependências da escola e incentive outros pais e amigos para participarem também.
16 - Exija uma Educação pública de qualidade
A busca por uma Educação de qualidade não é só um direito, mas também um dever de todos nós. Vivemos em um País democrático, e o peso da opinião e da vontade públicas já não pode ser ignorado pelos tomadores de decisões. É pelo nosso voto que os políticos chegam ao poder e, por isso, somos também responsáveis pelas políticas públicas voltadas para a Educação.
17 - Exija comprometimento dos gestores públicos
A Educação é um dos temas principais das políticas públicas e não pode ser instrumento de interesses partidários e eleitoreiros. Todos os cidadãos devem divulgar as boas propostas e, depois, acompanhar e cobrar o cumprimento das promessas feitas pelos políticos. Além de ajudar a Educação, o controle social é uma boa forma de exercer a cidadania e de contribuir para a democracia.
Atente também para que haja continuidade das políticas públicas que estão dando certo. A Educação, por depender de processos de longo prazo, pode ser muito prejudicada pela interrupção constante de políticas e projetos.
18 - Fiscalize os investimentos na Educação
Para que a Educação dê o salto de qualidade de que o Brasil precisa, é necessário que os recursos nela investidos sejam ampliados para, no mínimo, 5% do PIB. Reivindique essa ampliação, e cobre a aplicação eficiente e ética dos recursos destinados à Educação.
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terça-feira, 19 de janeiro de 2010
HÊÊÊÊÊÊÊÊ!!!!!!!!! É CARNAVAL!!
O CARNAVAL vem chegando, e nas escolas a gente vai se organizando e discutindo, vai ter bailinho ou não? Bom se a resposta for sim, vou deixar aqui alguma contribuição para esse momento: a primeira essas fotos acima da festinha do ano passado, as máscaras ficaram fofas é super fácil de fazer, estou postando as fotos pela máscara das meninas elas amaram.... As máscaras de borboletinha. Fizeram o maior sucesso, o baile foi ótimo com direito a banho de espuma, confete e serpentina, patrocinado pela tia Vera e tia conceição. A outra e não esquecer as nossas machinhas cheia de musicalidades,na minha opinião para as crianças é melhor que esse axé que elas ouvem toda hora e o ano inteiro, nada contra o áxé da Bahia que por sinal eu adoro, mas as machinhas tem sua graça. Nesse periodo em especial, e ainda dá pra se trabalhar as letras das músicas nos primeiros e segundo ano ai vai algumas letras xau.Há também pesquisei um texto na net sobre a origem do carnaval. Acho que não é legal dividir com as crianças e meu assustador. Bom ficar só a título de informação e curiosidade.
AURORA
Mário Lago-Roberto Roberti, 1940
Se você fosse sincera
Ô ô ô ô Aurora
Veja só que bom que era
Ô ô ô ô Aurora
Um lindo apartamento
Com porteiro e elevador
E ar refrigerado
Para os dias de calor
Madame antes do nome
Você teria agora
Ô ô ô ô Aurora
Õ BALANCÊ
Ô balancê balancê
Quero dançar com você
Entra na roda morena pra ver
Ô balancê balancê
Quando por mim você passa
Fingindo que não me vê
Meu coração quase se despedaça
No balancê balancê
Você foi minha cartilha
Você foi meu ABC
E por isso eu sou a maior maravilha
No balancê balancê
Eu levo a vida pensando
Pensando só em você
E o tempo passa e eu vou me acabando
No balancê balancê
ME DÁ UM DINHEIRO AÍ
Ivan Ferreira-Homero Ferreira-Glauco Ferreira, 1959
Ei, você aí!
Me dá um dinheiro aí!
Me dá um dinheiro aí!
Não vai dar?
Não vai dar não?
Você vai ver a grande confusão
Que eu vou fazer bebendo até cair
Me dá me dá me dá, ô!
Me dá um dinheiro aí!
A JARDINEIRA
Benedito Lacerda-Humberto Porto, 1938
Ó jardineira porque estás tão triste
Mas o que foi que te aconteceu
Foi a camélia que caiu do galho
Deu dois suspiros e depois morreu
Vem jardineira vem meu amor
Não fiques triste que este mundo é todo seu
Tu és muito mais bonita
Que a camélia que morreu
O CARNAVAL é uma festa cristã ou pagã? Boa ou ruim?

A própria origem do carnaval ainda é algo indefinido para os historiadores. Muito embora o Carnaval, segundo a Enciclopédia Barsa, seja definido como “um conjunto de festividades populares que ocorrem em diversos países e regiões católicas nos dias que antecedem o início da Quaresma, principalmente do domingo da Qüinquagésima à chamada terça-feira gorda”, podemos afirmar, com toda a certeza, de que se trata de uma festividade totalmente pagã, que não guarda nenhuma relação com o cristianismo.
O carnaval tem sido atribuído à evolução e à sobrevivência do culto de Ísis, dos festejos em honra de Dionísio, na Grécia, e até mesmo às festas dos "inocentes" e "doidos", na idade Média, dando origem aos carnavais dos tempos modernos.
Segundo relata o estudioso e pesquisador Hiram Araújo em seu livro Carnaval, a origem das festas carnavalescas não têm como ser precisamente estabelecidas, talvez possam estar ligadas aos cultos agrários, às festas egípcias e, mais tarde, ao culto a Dionísio, ritual que acontecia na Grécia, entre os anos 605 e 527 a.C.
Para a maioria dos pesquisadores, é provável que o Carnaval tenha se originado no Império Romano, ainda antes do nascimento de Cristo. Nessa época, celebravam-se as Saturnálias, festas em homenagem ao deus do tempo, Saturno. Elas aconteciam nos meses de novembro e dezembro, e todos os segmentos da sociedade participavam. Dos membros da nobreza aos escravos, todos se misturavam nas ruas para as comemorações, que incluíam muita comida, bebida, música e dança, nada muito diferente do que ocorre hoje.
Nos primeiros séculos a Igreja Católica não tinha expressão dentro do mundo greco-romano. Somente no século 4, o imperador Constantino publica o Edito de Milão (313 d.C.), que torna o catolicismo a religião oficial do Império e proíbe a perseguição de cristãos. A partir do século 4, a Igreja cria uma estrutura mais forte e elabora um cronograma oficial para as festas litúrgicas – Natal, Quaresma e Páscoa – dentro do calendário Juliano.
Como a Igreja pautava-se nos padrões éticos e morais, não permitia uma série de excessos na Quaresma, como a realização de bacanais e saturnálias. Então, as pessoas passaram a aproveitar o último dia antes do início da Quaresma para fazerem tudo a que “tinham direito”. O carnaval é realizado justamente neste período e remonta às características das festas pagãs.
Assim estas festividades pagãs foram movidas para antes do início desse período - a mesma data atual - e ganharam o nome de “carnem levare”, que em latim significa "adeus à carne", ou seja, uma despedida dos chamados prazeres carnais, dos tais excessos que caracterizavam as Saturnálias e eram, como ainda são, reprovadas pela Igreja.
É importante ressaltar que antes das Saturnálias (Romanas), no Egito, no período da estação do outono realizava-se a festa do boi Apis (animal sagrado). Escolhia-se o boi mais belo e todo branco o qual era pintado com várias cores, hieróglifos e sinais cabalísticos (branco = pureza, então, pintar o boi significa torná-lo impuro). O boi era conduzido pelas ruas e levado até o rio Nilo, onde era afogado. Em procissão, sacerdotes, magistrados, homens, mulheres e crianças, fantasiados grotescamente, iam atrás dele (o boi) dançando, cantando em promiscuidade até seu afogamento.
Frise-se que na mitologia Grega, Júpiter se fez passar por um boi, seduziu a princesa Europa e a conduziu para o mar até uma praia deserta onde a possuiu. É fato que estes relatos estão entrelaçados, pois o inimigo sempre atuou no mundo de forma discreta e às vezes até imperceptível para levar as almas à perdição, como na Babilônia, como mais adiante explico.
No entanto, a Saturnália iniciava-se com César e eram protegidas por Baco, o deus do vinho (daí o termo Bacanal). Nos dias de folia, tudo se invertia e ao participar dessa inversão, as pessoas representavam papéis, e fingiam ser o que não eram. Tanto que o rei da festa, o Rei Momo, era um escravo (da classe mais baixa de Roma) e podia ordenar o que quisesse durante as festividades. Durante seu reinado, era praticado, sobre o seu comando, todo tipo de orgia, bebedeira e lasciva. No término das festividades, ou seja, no final do quarto dia, o rei Momo era sacrificado de forma brutal no altar de Saturno. Mas quem afinal é a entidade Momo?
Momo era o deus da irreverência, e irreverência, segundo os léxicos, é sinônimo de desrespeito, profanação, sacrilégio, ofensa, desconsideração, desculto, desveneração e relaxo. E aqui eu faço uma pausa e chamo sua atenção! Diante desta definição de Momo dada pelos dicionários, pode-se afirmar com tranqüilidade que Momo nada mais é do que o próprio Satanás que se insurge contra o próprio Deus e leva os homens à profanarem seu próprio corpo que é o templo do Espírito Santo.
A própria Mitologia Grega relata que, por ser irreverente e profanador, Momo teria sido expulso do Olimpo (local onde os gregos acreditavam morar os deuses da sua mitologia). Mas porque afirmar que essa entidade era cultuada em Roma se a sua origem é Grega? Momo é uma das formas de Dionísio, o deus Baco, patrono do vinho e do seu cultivo (para os Romanos), daí também se origina o termo Bacanal que significa festas orgísticas.
Frise-se que Saturno (deus cultuado nas saturnálias) também é conhecido como o deus sol e isso nos retrocede bem antes da época dos reinados Romano, Grego e Egípcio, nos levando até um homem chamado Ninrode (Gênesis, 10:8 a 12).
Voltando para os dias de hoje, antes do carnaval é feita uma eleição, e é escolhido um homem, que é coroado rei, para reinar e comandar os dias da festa, que é chamado rei Momo, que nada mais é do que uma representação viva de Satanás. Pode-se afirmar que o carnaval de hoje é a mesma festa que acontecia no passado, com algumas mudanças estratégicas feitas por Satanás, já que nos dias de hoje não seria aceitável o sacrifício do representante Momo, Satanás troca essa vida (o sacrifício do rei Momo) pela vida de todos os que são brutalmente assassinados no período do carnaval.
Mas o pior de tudo vem agora, pois após ser coroado, essa representação da entidade maligna, Momo, Baco, Dionísio, Saturno, deus sol (Ninrode, Tamus), recebe das mãos do prefeito da Cidade ou da autoridade máxima daquela localidade, Estado ou País, as chaves “da cidade” e este ato de entrega das chaves, no mundo espiritual tem uma repercussão devastadora, pois chave na Bíblia significa poder, autoridade, domínio, ligar, desligar e abrir e fechar. Isaias 22:22, Apocalipse, 1:18, 3:7, 9:1 e 20:1. Mateus, 16:19 “Dar-te-ei as chaves do reino dos céus; o que ligares na terra terá sido ligado nos céu; e o que desligares na terra terá sido desligado nos céus”.
Assim, Satanás e sua legião de demônios literalmente passam a reinar no carnaval ao receber as chaves da cidade através de Momo e ligam espiritualmente os foliões ao inferno. Satanás é tão astuto que traz para todas as culturas e povos um modo de ser adorado, e ainda mais, faz com que ações sejam tomadas para afirmar sua posse sobre a terra (Mt. 4:8 e 9).
Por fim, em Mateus 4:10-11 está escrito: “Então Jesus o ordenou : Retira-te, Satanás, porque está escrito: ao SENHOR, teu Deus, adorarás, e só a ELE darás culto. Com isto o deixou o diabo, e eis que vieram anjos e o serviram”.
Enfim, trago essa reflexão, para que nós, cristãos, pensemos coerentemente antes fazer parte desse festejo, pois há muitos que curtem o carnaval hoje em dia e até acham que o carnaval é bom, porém eles não têm consciência da armadilha maléfica que estão sendo induzidos a participar.
Robson
contato@canaldagraca.com.br
BOM DEPOIS DE LER TUDO ISSO FICO ATÉ COM MEDO DE BRINCAR CARNAVAL,RSRSRS. BEM, MAIS O QUE SE SABE, É QUE TAMBÉM O CARNAVAL JÁ FAZ PARTE DA NOSSA CULTURA, SENDO ASSIM, E SEM EXAGEROS PODEMOS NÓS DIVERTIR, UM POUCO OU ATÉ APROVEITAR ESSE PERIODO DE FERIADOS PRA DESCANSAR....
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